RECOMENDAÇÕES
Prepare-se: na maioria dos casos, leva-se cerca de 3 meses para que você saia da fase aguda e até 12 meses para que o disco intervertebral se recupere totalmente. Só a partir daí você poderá voltar a levar uma vida normal nas suas atividades usuais. Nas primeiras três semanas do tratamento, nosso objetivo é diminuir drasticamente a inflamação, controlar a dor e, principalmente, não provocar aumento da lesão já existente. Por isso, siga as recomendações abaixo criteriosamente:
1. Não fique sentado por tempo prolongado! Sentar aumenta a pressão dentro do disco intervertebral em até 11 vezes mais do que quando você se deita. Se seu trabalho exige que você fiquer muito tempo sentado, use um apoio lombar adequado.
2. Evite fazer movimentos que forcem demais a coluna vertebral, como flexionar o corpo para frente ou carregar peso demasiado. Se algum movimento provoca ou piora a dor, evite-o.
3. Se você está usando medicação analgésica há mais de uma semana e a dor não alivia, procure atendimento profissional.
4. Alguns alimentos aumentam a inflamação e a dor. Aprenda quais são eles e evite-os. Beba bastante água mineral de boa qualidade. Evite doces, frituras, comidas gordurosas, refrigerantes, bebidas alcoólicas. Além disso, fumar aumenta a dor e acelera o desgaste dos tecidos.
5. É importante compreender a seriedade da sua dor. Ela é um sinal de alerta de seu corpo. Não se apavore com eventuais pequenas recaídas durante seu tratamento. Elas são comuns e não significam que seu problema não está se resolvendo.
6. Preste atenção aos hábitos posturais e aos movimentos que aumentam a dor.
7. Um colchão adequado é extremamente importante. Os colchões mais conhecidos não são, necessariamente a melhor opção. Se você precisar comprar um novo colchão, converse antes comigo.
8. Não se preocupe tanto com a melhor posição de dormir. Durma da maneira que você se sentir mais confortável. Mas, por favor, evite dormir no sofá da sala enquanto assiste TV!
9. Evite sentar em poltronas e sofás moles demais. Uma cadeira firme é mais indicada.
10. Exercite-se com cuidado. Se for fazer alongamentos, faça-os sobre uma superfície plana ou sobre um tapete. Não se preocupe se sentir algum desconforto, mas se a dor for grande, pare e entre em contato comigo.
RECOMENDAÇÕES ADICIONAIS
Geralmente, um problema na coluna vertebral se corrige em quatro fases:
1. ALÍVIO |
2. CORREÇÃO |
3. ESTABILIZAÇÃO |
4. MANUTENÇÃO |
De toda forma, meu primeiro objetivo é aliviar sua dor ou desconforto. Algumas vezes, a dor pode se aliviar só com a primeira consulta, mas isso é uma exceção. Essa fase requer sessões mais freqüentes. A experiência clínica mostra que cerca de 30% dos pacientes sente alívio logo nas primeiras sessões, enquanto os restantes 70% requer um maior período de tratamento devido à natureza, gravidade e antiguidade do problema.
Assim que a dor estiver controlada a continuidade do tratamento restaura a função articular, normaliza os tecidos moles (fáscias, ligamentos, tendões, etc), fortalece a musculatura enfraquecida e aumenta a flexibilidade.
Alguns pacientes confundem alívio temporário com correção permanente e não continuam o tratamento quando passam a se sentir melhor. Lembre-se, leva bastante tempo para que as causas de seu problema se corrijam e para permitir que os ligamentos e músculos afetados se reforcem e se adaptem à sua nova posição. Não ignore esse fato. Esperar o problema voltar para retomar o tratamento pode fazer com que seu problema se agrave.
A cada sessão sua coluna será reavaliada, o que poderá determinar recomendações adicionais, mas, enquanto isso, siga essas recomendações gerais:
1. Preste atenção aos seus pés. Visualize sua planta do pé, e observe que há três centros: um logo abaixo do hálux (dedão); outro logo abaixo da junção entre o 5º dedo (dedinho) e o 4º; e outro no calcanhar. Quando você está de pé, caminhando, correndo ou fazendo exercícios, preste atenção aos seus três centros. Tente manter uma distribuição equilibrada de peso entre os três centros e em ambos os pés.
2. Se precisar ficar de pé por tempo prolongado, alterne o peso do corpo entre uma perna e a outra, mantendo seu joelho entendido. Isso alivia o peso sobre os ligamentos do joelho e sobre os músculos lombares.
3. Comece a perceber quando seu esterno (o osso no centro do tórax) está fechado. Esse osso é a base da parte superior do corpo e determina a direção de nossa postura corporal. Devido às costelas, os pulmões são impedidos de se expandirem livremente, prejudicando a respiração. Além disso, quando o esterno está fechado, os ombros e a cabeça o seguem: os ombros se deslocam para baixo e para frente, e a cabeça e o pescoço se deslocam para frente. Resultado: problemas nos ombros, tensão no pescoço, dores de cabeça, etc. Aprenda a abrir o peito, deslocando os ombros para trás e permitindo que sua cabeça fique ereta.
4. Preste atenção em sua postura nas atividades do dia-a-dia, nas caminhadas, no carro, em frente ao computador, enquanto faz exercícios, etc. Vamos discutir juntos qual a melhor maneira de manter uma ótima postura. Se você dirige muito, ajuste o espelho retrovisor interno, e quando parar num sinal olhe novamente para ele. Se o campo visual mudou é hora de mudar sua postura.
5. Os exercícios recomendados ajudam a fortalecer os principais músculos posturais que dão suporte ao corpo, além de alongar os músculos freqüentemente encurtados devido à má-postura. Talvez você precise fazer exercícios com orientação profissional. Vamos discutir juntos qual a atividade física mais adequada para o seu caso.
6. Um colchão mole demais ou com irregularidades pode forçar sua coluna. Evite travesseiros altos. Discuta comigo quais as melhores soluções para o seu caso.
7. Às vezes, a doença nos força a fazer escolhas. Observe que direção sua vida tomou. A dor é um dos sinais que nosso corpo usa para nos dizer que algo está errado. O que faz a maioria das pessoas: procura ajuda para aliviar a dor e continuar no caminho antigo! PARE!!! Reveja seus conceitos, mude seus hábitos, adote um novo estilo de vida, observe sua alimentação, saia do papel de “vítima injustiçada” e tome as rédeas de sua vida. Definitivamente!
8. A cura é um processo, não um evento mágico. A saúde é "um trabalho interno", o que significa que os componentes essenciais que a mantém (força vital, homeostase, regeneração e reparação) não são dados a nós por outros, mas nascem dentro de nós. Este poder curativo é inato aos organismos vivos, mesmo os mais complexos como o nosso. Ele nasce conosco e está presente dentro de cada um de nós.
9. Mas não lute contra o esforço de seu corpo em curá-lo. Assuma a responsabilidade sobre sua saúde e sobre como você pode influenciá-la:
· Aceite a realidade de seu diagnóstico, mas se recuse a acreditar que sua vida nunca mais será saudável ou alegre.
· Não desperdice energia com remorso, sensação de culpa e não faça papel de vítima.
· Desenvolva a habilidade de dizer NÃO e DAR LIMITES. Cuide de seu território.
· Aguce sua sensibilidade para ouvir o seu corpo e suas necessidades.
· Mantenha uma expectativa favorável sobre o resultado de seu tratamento.
· Mantenha seu senso de humor e sorria mais.
· Seja paciente com suas expectativas e não espere solução da noite para o dia.
· Não acredite que um único fator irá curá-lo, mas sim uma combinação de fatores agindo na direção da cura.
Um provérbio chinês diz: “Uma caminhada de mil passos começa com o primeiro”.
Boa caminhada!
PROTOCOLO DE TRATAMENTO
ENTENDENDO A DOR
Apesar da dor ser freqüentemente o resultado de um distúrbio no movimento das articulações, é, usualmente, a última coisa que acontece e a primeira coisa a desaparecer na subluxação. Quando uma pessoa sente dor, ela comete o erro de achar que, agora, ela está doente, ou que algo está errado agora, e não antes. Isto não é verdade. A dor é a última coisa que aparece. Quando o corpo responde com uma reação dolorosa, significa que o problema chegou a um ponto que não pode mais ser ignorado. A dor é o corpo gritando “eu não posso mais funcionar desse jeito, eu estou em apuros, socorro!”
Também, a dor, usualmente, desabilita a pessoa de fazer certos movimentos. É, novamente, o corpo dizendo “enquanto o problema não for corrigido e o movimento articular restabelecido, é perigoso fazer esse movimento. Aqui vai um estímulo (dor) que fará com que você não faça esse movimento”. A dor é, portanto, uma importante função do corpo para manter-se íntegro. A dor, freqüentemente, significa o que você não deve fazer para o problema piorar. Agora você entende que buscar alívio em analgésicos e antiinflamatórios, ao invés de ajudar pode até agravar o seu problema.
A SUBLUXAÇÃO
O Gray’s Anatomy – um dos mais importantes livros de medicina – (30º edição, página 5) diz: “A finalidade do sistema nervoso é controlar e coordenar a função de todos os tecidos, órgãos e sistemas do corpo”. Assim, a base científica do seu tratamento está fundamentada no livre funcionamento do sistema nervoso. Este é o meu objetivo principal: eliminar as interferências no sistema nervoso. Isto é feito através do Ajuste Articular, que atua no que chamamos de “complexo de subluxação vertebral”. Em termos simplificados, a subluxação ocorre quando uma determinada articulação não está se movimentando adequadamente. Essa alteração na mobilidade articular vertebral acaba por atingir as raízes dos nervos que saem da coluna vertebral, trazendo como conseqüência, alterações no impulso que trafega por essas fibras nervosas.
Para entender a importância disso, é só imaginar que nosso corpo possuiu cerca de 30 trilhões de células, trabalhando juntas em perfeita harmonia. E não existe uma só dessas células que não seja coordenada pelo sistema nervoso. O sistema nervoso envia suas informações através de uma rede de fibras nervosas – os nervos – que deixam o cérebro e descem pela coluna vertebral. Assim, uma das funções principais da coluna vertebral é abrigar e proteger essa delicada rede de fibras. Um única subluxação pode bloquear até 10.000 mensagens por segundo!. Com isso sofrem dezenas de órgãos internos (coração, glândulas, rins), centenas de músculos e uma infinidade de células.
Na década de 80, num estudo realizado pela University of Colorado, Seth Sharpless, Ph.D., Marvin Luttges, Ph.D., e seus colegas demonstraram que mesmo pressões minúsculas numa raiz nervosa (10 mmHg, o equivalente ao peso de uma pluma caindo na palma de sua mão), resultam numa queda de 50% na taxa de transmissão elétrica no nervo suprido por esta raiz. Com esse experimento, ficou claro que não é necessário ter um pinçamento do nervo, basta um estreitamento no local de sua saída do nervo para provocar alterações em seu funcionamento. Assim, subluxações não só causam problemas com os nervos, músculos, tendões e ossos, mas com os órgãos internos do corpo.
A MANIPULAÇÃO ARTICULAR
Qual uma articulação não se movimenta adequadamente, todos os componentes da articulação sofrem degeneração. Isto inclui músculos, tendões, cartilagens, ligamentos, cápsulas articulares e ossos. Assim, restabelecer o movimento articular normal é fundamental. E o principal procedimento utilizado no seu tratamento, é o ajuste articular, que é uma manobra na qual uma articulação é manipulada até o seu limite da mobilidade funcional, isto é, o limite de alcance (ou amplitude) do movimento. Quando a articulação é tensionada adequadamente, um “empurrão” de alta velocidade e baixa amplitude é empregado na articulação. Este movimento é acompanhado freqüentemente (mas não sempre) por um estalo. O efeito, deste tipo de ajuste articular é a restauração do movimento nas articulações restringidas ou fixadas.
A DEGENERAÇÃO DA CARTILAGEM ARTICULAR E DO DISCO INTERVERTEBRAL
Entender como se desenvolve a degeneração dos tecidos conjuntivos é fundamental para entender a causa das principais patologias do sistema musculoesquelético, como osteoartrite, artrose, degeneração do disco intervertebral, hérnia de disco, condromalácia, bico-de-papagaio, etc.
O primeiro ponto a ser entendido é saber o que é a cartilagem articular. Ela é uma cobertura lisa, quase transparente, que recobre as articulações. Ela funciona como uma capa protetora que protege as superfícies ósseas, impedindo o contato “osso com osso”. Você, com certeza, já viu uma cartilagem ao comer uma galinha assada.

Além da superfície lisa, há ainda o líquido sinovial, produzido pelas células da membrana sinovial. Esse líquido lubrificante ajuda a diminuir ainda mais o atrito entre as superfícies articulares, permitindo um movimento articular suave e com o menor desgaste possível.
Outra função importante da cartilagem articular é ser resistente o suficiente para proteger o osso subcondral, isto é, a porção óssea que fica logo abaixo da cartilagem, absorvendo o impacto e o peso do corpo.
Esta estrutura fantástica funciona adequadamente sob condições fisiológicas, entretanto, os traumas repetidos, as instabilidades musculares, o posicionamento incorreto e a sobrecarga articular, produzem erosão e destruição precoce da superfície da cartilagem. Sem a devida proteção, o osso subcondral é submetido a uma maior sobrecarga, e responde produzindo mais tecido ósseo (numa tentativa de dar conta da carga adicional), que se transforma nos osteófitos ou esporões. Quando isso ocorre na coluna, chamamos de “bico-de-papagaio”.

Como as superfícies não estão mais lisas, o atrito entre elas aumenta. Com este maior atrito, as células da cartilagem são destruídas, fazendo com que extravase seu conteúdo, inundando a área com substâncias pró-inflamatórias, e que acabam por irritar as terminações nervosas próximas à articulação, contribuindo para a dor.
Um problema adicional é que, é o movimento articular que produz o líquido sinovial. Com a dor, a reação instintiva do corpo é diminuir o movimento, o que diminui a produção de líquido sinovial, que aumenta o atrito, que provoca dor, que diminui o movimento, etc., etc., etc. Instala-se o que chamo de espiral descendente, que segue na direção da degeneração progressiva. Quando o movimento articular se torna evidente, e a dor aparece de maneira constante, dizemos que há uma osteoartrite, comumente chamada de artrose.
A degeneração articular tem cura?
Ao contrário do que muitos já ouviram falar, a cartilagem pode se recuperar. Mesmo que não seja um processo fácil, nem rápido, o primeiro objetivo é estabelecer em que estágio da degeneração a cartilagem se encontra, o que podemos recuperar e o que já é irreversível. A terapêutica inicial é direcionada para impedir a progressão da degeneração. Em seguida, tentamos identificar distúrbios de movimento e/ou posturais que possam contribuir para a degeneração da cartilagem.
Mas, para entender como podemos recuperar a cartilagem, é importante fazer uma revisão de sua fisiologia.
A cartilagem é um tecido composto de células que são circundadas pela matriz extracelular (MEC). Composta de 60-80% de água, a MEC propicia um molde em forma de rede, onde as células se aderem e os tecidos podem se desenvolver. A porção seca consiste quase que inteiramente de colágeno, proteoglicanos e glicosaminoglicanos, sintetizados pelas células que formam a cartilagem, os condrócitos.
O colágeno é a proteína mais abundante no mundo animal, e sem ele, o ser humano seria reduzido a um conglomerado de células interconectadas por alguns neurônios. Essa rede de colágeno determina a elasticidade e a resistência à tensão da cartilagem. Sua produção depende da vitamina C, necessária para a hidroxilação da prolina em hidroxiprolina. Por esta razão, usamos a vitamina C e o colágeno hidrolisado na terapêutica da osteoartrose.
Os proteoglicanos e os glicosaminoglicanos (GAG) são depositados e fixados nesta rede, desempenhando um papel decisivo na fisiologia da cartilagem. Os proteoglicanos são moléculas grandes, que consistem de uma proteína central com várias cadeias de glicosaminoglicanos ligados a ela. Os GAG são dissacarídeos que contém grupos de sulfato (SO2) e carboxila (COO), moléculas que são carregadas negativamente (íons). Se você se lembra das aulas de química, íons (negativos) repelem outros íons, mas atraem cátions (positivos). Esses cátions, principalmente cálcio (Ca) e sódio (Na) são osmoticamente ativos, isto é, possuem a capacidade de atrair para junto de si as moléculas de água (H20).
Outro elemento da MEC que ajuda a manter a água na cartilagem é o hialuronan, que forma um gel hidratado viscoso. Junto com os GAG’s, conferem ao tecido conjuntivo um turgor e o poder de resistir às forças compressivas, dotando a cartilagem de notável capacidade de amortecimento hidráulico, elasticidade, e a necessária lubrificação para seu funcionamento.
Apesar de ter citado, até aqui, somente a cartilagem articular, esse processo é semelhante em outros tecidos conjuntivos, como o disco intervertebral (que é um tipo de cartilagem especializada).
Esse processo não é estático, mas sim dinâmico. A degeneração ocorre normalmente com as atividades cotidianas, e os condrócitos estão constantemente produzindo as proteínas que formam a MEC e mantém a cartilagem saudável.
Mas, sob determinadas condições (micro ou macrotraumas, desequilíbrio ou sobrecarga postural, idade), a velocidade de degeneração ultrapassa a capacidade regenerativa. Gradativamente, ocorre uma diminuição da quantidade de glicosaminoglicanos, alterando a composição da MEC, com marcante perda de água, desidratação, e por fim, degeneração tecidual.
Por isso, o principal objetivo da terapia com regeneradores do tecido conjuntivo é auxiliar os condrócitos a manter a produção da MEC. O efeito a médio e longo prazo é normalizar o metabolismo dos tecidos conjuntivos, tais como cartilagem articular, ligamentos, tendões, cápsulas articulares e disco intervertebral, o que explica a significativa redução da dor. A formação de osteófitos é interrompida, e a recuperação da elasticidade da cartilagem auxilia no restabelecimento do movimento articular. Veja mais detalhes sobre a terapia com regeneradores logo abaixo.
O TRATAMENTO
Para lidar com os problemas do sistema musculoesquelético, alguns tratamentos feitos em conjunto ou isoladamente podem ajudar no alívio dos sintomas, na estabilização do processo degenerativo e na recuperação dos tecidos lesionados. Abaixo, selecionei aqueles que freqüentemente uso em minha abordagem terapêutica.
MANIPULAÇÃO E AJUSTE ARTICULAR
O sistema musculoesquelético corresponde a 75% de nossa massa corporal. E além de interferir nos restantes 25%, é, de longe, a maior fonte de dor. Um dos principais instrumentos terapêuticos que para lidar com problemas do sistema musculoesquelético é a manipulação articular. Ela usa como princípio básico o conceito de que as articulações sofrem, ao longo de toda a vida, uma série de
traumas, que levam a inflamações microscópicas nas articulações, ligamentos, cartilagem e discos intervertebrais. Com o tempo, mesmo sem grandes traumas, esses microtraumas se acumulam, levando a pequenos, e às vezes imperceptíveis, espasmos e fraqueza muscular, que provocam desequilíbrio muscular. Esse desequilíbrio produz dor, que ajuda na movimentação das vértebras para fora de sua posição normal, provocando um mau funcionamento do sistema nervoso, devido à compressão dos nervos. Os sintomas podem não se manifestar até que todos os fatores se combinem. Portanto, os sintomas geralmente são a última coisa a aparecer em um problema vertebral.
O primeiro objetivo terapêutico é restabelecer o movimento das vértebras, o que ajuda a eliminar os sintomas. A continuidade do tratamento garante que o nervo esteja livre de compressões, corrigindo a função muscular anormal. Isto, por sua vez, ajuda a reduzir a inflamação na articulação, removendo a tensão nos ligamentos e discos intervertebrais.
O nível da recuperação dependerá do quanto de dano permanente já ocorreu nas estruturas envolvidas, a idade do paciente, há quanto tempo a lesão existe, se o problema que produz ou contribui com a lesão é removido e o tipo de tecido lesionado. Além disso, depende do seu compromisso em seguir minhas recomendações e da sua disposição em mudar seu estilo de vida.
CRENOTERAPIA, REGENERADORES E PROTETORES DA CARTILAGEM
São nutrientes biológicos (e não drogas sintéticas) com ação farmacológica, também chamados de nutracêuticos. Podem ser usados por via oral (cápsulas e saches) ou injetável. Dentre vários destaco:
· Crenoterapia com o plasma marinho de Quinton: A crenoterapia consiste no uso de águas minerais com finalidade terapêutica atuando de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde. O plasma marinho de Quinton não apenas é água do mar, é um nutriente marinho colhido de águas profundas, numa época apropriada, sob condições específicas, de um vórtex formado pelo fitoplâncton na costa da França. No Quinton encontramos um total de 83 elementos químicos biodisponíveis na forma de íons que atuam sinergicamente em nosso organismo. Além desta nutrição celular, o Quinton melhora a microcirculação capilar, o que aumenta a difusão de nutrientes para os tecidos, hidratando-os e melhorando a resposta aos regeneradores. Saiba mais sobre o Quinton em www.quinton.com.br e www.originalquinton.com
· O uso de condroprotetores ou protetores da cartilagem permite a regeneração dos tecidos lesionados, como as cartilagens articulares e os discos intervertebrais. Além disso, possuem efeito antiinflamatório de longa duração, por modificar a expressão dos genes que produzem mediadores inflamatórios e substâncias proteolíticas nos tecidos lesionados. Dentre eles destaco: sulfato de glicosamina, sulfato de condroitina, ácido hialurônico (constituinte da matriz), DMSO e MSM (fontes de enxofre orgânico, que forma o íon sulfato), silício (fundamental para a síntese dos elementos da matriz) e o colágeno hidrolisado. Veja mais sobre condroprotetores em meu site www.quiropraxis.com.br
· Para os pacientes que não toleram a terapia injetável, a solução é usa um composto multimineral com colágeno hidrolisado, glicosamina e condroitina. Os resultados são mais demorados, pois a absorção da glicosamina por via oral é 5 vezes menor que a injetável, e a da condroitina é somente 10% do total ingerido.
ACTIVATOR

É um instrumento que produz um impacto controlado desenhando especificamente para ajustes articulares. Ele produz energia suficiente para movimentar uma vértebra (0,3 joules em 3 milisegundos) mas insuficiente para produzir uma lesão. Isso o torna útil no tratamento de crianças e idosos com osteoporose, ou quaisquer outras condições que contra-indiquem a manipulação articular direta.
FLEXION-DISTRACTION

Foi o quiropraxista norte-americano James Cox, que desenhou uma maca especialmente desenvolvida para esta técnica. Com ela, há uma tração (alongamento) associada com uma flexão, o que promove o alongamento do eixo axial dos segmentos envolvidos. Isso aumenta a altura do disco intervertebral, diminui a pressão intradiscal, aumenta a amplitude do forame intervertebral (por onde passam os nervos espinhais), aumenta a nutrição do disco e aumenta a mobilidade vertebral. Não confunda com a tração usada no passado. Associada ao trabalho quiroprático, o efeito da flexão-extensão é sobre cada segmento vertebral específico, e não numa coluna de vértebras.
Os trabalhos publicados mostram resultados promissores em vários problemas de difícil tratamento como a estenose de canal vertebral e para pacientes que não toleram a manipulação articular, além de ser um excelente coadjuvante no tratamento das patologias da coluna vertebral, como a hérnia de disco.

1. O espaço discal posterior aumenta em tamanho.
2. Diminui a protrusão discal e reduz a estenose vertebral.
3. Alonga o ligamento amarelo e reduz a estenose.
4. Amplia o canal vertebral em cerca de 2 mm (16%) e aumenta a extensão em 3.5 a 6 mm.
5. Aumenta o transporte de nutrientes para o disco intervertebral.
6. Aumenta a amplitude de movimento nas articulações vertebrais e reduz a estresse na porção posterior do disco.
7. A pressão intradiscal cai abaixo de 25mmHg para 192mmHg NEGATIVOS durante a flexão-extensão, criando uma sucção centrípeta de líquidos para dentro do disco, auxiliando a reidratação.
8. O forame intervertebral se alarga EM 28%, permitindo a livre passagem dos nervos espinhais.
[Referências: Cox JM, Feller JA, Cox-Cid JA: Topics in Clinical Chiropractic 1996; 3(3):45-59]
SACRO OCCIPITAL TECHNIQUE (SOT)
Também conhecida como técnica dos blocos ou Técnica Sacro-Occipital. Utiliza blocos em cunha colocados em posições específicas para “de-rotacionar” a coluna vertebral e o quadril, permitindo uma adequada conformação muscular e corrigindo o alinhamento postural. Os blocos podem ser colocados sob a pelve, a caixa torácica, as clavículas, num protocolo específico que permite o relaxamento muscular e das fáscias que recobrem os músculos. É útil também em certos casos agudos, onde a sensibilidade dolorosa impede qualquer tipo de manipulação.
TERAPIA CRANIOSSACRAL
É uma técnica de manipulação cranial que usa como base a múltipla inter-relação entre a pelve e o crânio. A avaliação da meninge dural (que reveste o crânio e envolve toda a medula espinhal) é feita observando a amplitude de movimento da junção esfenobasilar, local onde ocorre o movimento entre o osso esfenóide e o osso occipital. Juntos, ambos os ossos correspondem a 2/3 da base do crânio, e servem de base para inserção de importantes estruturas cerebrais (foice cerebral, foice cerebelar e tentório cerebelar). Além disso, as conexões do esfenóide e do occipital com o osso temporal criam um forame por onde passam vasos sanguíneos e nervos para dentro do crânio. A terapêutica é feita através da palpação do movimento na sínfise esfenobasilar e a correção se houver alguma anormalidade. O paciente freqüentemente sente uma sensação profunda de relaxamento, um aquecimento da região e uma pulsação quando ocorre o balanceamento destas estruturas.
PALMILHAS
Seus pés são a base do corpo. Eles suportam você quando você fica em pé, caminha ou corre. E eles ajudam a proteger sua coluna, ossos e tecidos moles (ligamentos, músculos e cartilagens) dos danos provocados pelo impacto enquanto você se move. Seus pés trabalham melhor quando todos os seus músculos, arcos e ossos estão em sua posição ideal.
Aliviar a dor em uma parte do corpo pode requerer tratar uma outra parte diferente. A dor que você sente em seu pescoço pode ser causada por um desalinhamento de sua coluna vertebral que por sua vez pode ser causada por um desequilíbrio no alinhamento de seus pés. A isto chamamos de reação em cadeia.

Por isso, muitas das vezes, para estabilizar e balancear os pés necessitamos de órteses, ou seja, palmilhas, para aumentar a performance e a eficiência do corpo, reduzir a dor e contribuir para um completo bem-estar.
A Foot Levelers é uma companhia norte-americana criada a mais de 50 anos por um quiropraxista, e é reconhecidamente a que possui a melhor tecnologia na fabricação de órteses. Ela desenvolveu um sistema chamado de The Gait Cycle System que permite o suporte das estruturas que compõem os pés durante todas as fases da passada: fase de apoio, estabilização e impulsão.
A fase de apoio começa quando o calcanhar toca o solo, e é o momento de maior pressão. A palmilha da Foot Levelers possui um sistema chamado Zorbacel que absorve o impacto. A fase de estabilização corresponde ao momento onde os pés estão tocando completamente o solo, e é a fase onde o sistema Stance Guard proporciona firmeza, flexibilidade e controle. A fase de impulsão começa quando os dedos impulsionam para sair do solo, e aqui atua o sistema Propacel que age como uma mola propulsora aumentando o impulso e diminuindo a fadiga.
Através de um software especializado, eu posso analisar a maneira como você pisa e definir qual a melhor solução para o seu caso.
EXERCÍCIOS AERÓBICOS
“Movimento é vida”, diz um ditado. Assim, podemos dizer que, ao contrário, “falta de movimento é morte”. Manter-se ativo é um dos maiores agentes terapêuticos com ação em todos os órgãos e sistemas de nosso corpo. Cada caso deve ser criteriosamente estudado para indicar quais os exercícios mais adequados, mas seguem abaixo algumas dicas.
O mais utilizado exercício aeróbico, e quase sem contra-indicações, é a caminhada. Dê preferência às caminhadas ao ar livre, de preferência sob o sol da manhã ou do final de tarde. Procure um terreno plano e evite caminhar em terrenos inclinados (como na beira do mar), pois desequilibram o quadril e sobrecarregam as articulações. Cuidado ao caminhar na areia fofa, a não ser que você tenha um bom preparo físico e cuide bem na saúde de suas articulações.
A bicicleta também é um excelente exercício, e ao contrário do que muita gente pensa, é adequada para quem tem problemas de coluna. O mesmo se aplica ao spinning, um ótimo exercício para quem precisa perder peso rapidamente.
A natação também está indicada, mas cuidado com algumas modalidades, principalmente para quem tem problemas na coluna cervical. A hidroginástica pode ser um bom exercício, mas não é adequada para todo mundo. Muitas vezes o ideal é começar com a hidroterapia.
A chave para se exercitar é ouvir o seu corpo, e não seu cérebro ou intelecto. Se você é saudável, de nada adianta caminhar lentamente durante 10 ou 15 minutos e acreditar que isso vai trazer algum benefício. Mas, se você está completamente descondicionado, com excesso de peso, com dor ou restrição de movimento, talvez esse seja o máximo que você pode fazer até que seu corpo se ajuste.
Outro aspecto importante a ser lembrado é que você deve abandonar o mito de que tudo o que importa quando se faz exercícios são as calorias. O que importa é a diferença entre sua taxa metabólica basal e a atividade física. Quando você está se exercitando não só você está queimando calorias imediatamente, mas também ajudando a reprogramar seu termostato para que queime calorias enquanto estiver em repouso. Uma rotina diária de exercícios é um dos principais fatores para alcançar o máximo de saúde.
Eu encorajo meus pacientes a gradualmente aumentar o tempo de exercícios para 60 a 90 minutos por dia, até que o peso ou a taxa de insulina se normalize. Uma vez estando no nível desejado, exercitar-se 3 ou 4 vezes na semana são suficientes.
Veja mais sobre atividade física e saúde em meu site www.quiropraxis.com.br
EXERCÍCIOS ANAERÓBICOS
A partir dos 50 anos, começamos a perder cerca de 5% da massa muscular a cada anos. Por isso, para manter nossos músculos saudáveis e em condições de suportar o peso do corpo devemos fazer trabalhos de fortalecimento muscular.
O mais conhecido á a musculação, mas ela tem suas limitações. O levantamento de peso e os exercícios com repetições monótonas podem provocar sérias lesões em músculos e tendões. Além disso, freqüentemente os exercícios são feitos além da capacidade do seu sistema de controle motor. Eles podem até fortalecer, mas através da superutilização dos músculos fásicos superficiais (que fazem movimento) e não atingem os principais músculos estabilizadores profundos (posturais).
Os problemas crônicos dependem de abordagens mais específicas e o processo de recuperação é mais demorado. O fator-chave nos casos crônicos é a perda do controle motor. Um simples estiramento muscular na região lombar leva à atrofia dos pequenos e numerosos músculos multífidos, mesmo que a dor desapareça rapidamente. Por isso, a necessidade de reabilitação de movimento. Mas, muitas das vezes, o desequilíbrio postural é tão grande que necessitamos de uma reprogramação. Dentre as várias técnicas posturais recomendo: Reeducação Postural Global (RPG); as técnicas de cadeias musculares de Godelieve Denys-Struyf (GDS) e de Leopold Busquet; a antiginástica de Thérèse Bertherat; e a posturologia de Bernard Bricot. Uma vez o corpo preparado, eu indico o Pilates.
PILATES
O Pilates é um complexo sistema de reabilitação e condicionamento físico desenvolvido por Joseph Pilates em 1923. Seu método de condicionamento físico e mental proporciona um completo treinamento que melhora a força, a flexibilidade e a consciência postural. Sua filosofia integra a mente com o sistema musculoesquelético, numa perfeita integração entre o físico e o mental.
Os exercícios do Pilates permitem o recondicionamento muscular, e sua natureza simétrica faz do método um excelente agente terapêutico. Além dos grandes
músculos – freqüentemente trabalhados na musculação – o Pilates trabalha os pequenos grupos musculares profundos, responsáveis por boa parte da sustentação do nosso corpo, diminuindo assim a sobrecarga sobre os grandes grupos musculares.
Os exercícios de Pilates são simples e inteligentes. Não há carga estática a ser levantada (como na musculação), mas o trabalho muscular é feito com molas e elásticos sob tensão constante. Como resultado, não há aquela hipertrofia muscular típica dos “malhadores” mas um músculo anatomicamente definido, e forte. Os aparelhos são desenhados para maximizar o resultado terapêutico.
Normalmente, são feitas de cinco a dez repetições de cada exercício, coordenados por uma respiração consciente e uma estabilização muscular preparatória.
A progressividade nos exercícios não provoca dor muscular e os resultados são mais duradouros. Após algumas semanas, seu corpo encontra uma nova organização muscular, um novo eixo postural, e começa a se mover de uma maneira equilibrada durante as atividades cotidianas, e não só durante os exercícios.
Os resultados dos exercícios terapêuticos mostram que o Pilates é uma ferramenta efetiva como coadjuvante no tratamento dos problemas do sistema musculoesquelético.
Atualmente, outras existem outras técnicas derivadas do método Pilates, com efeito igualmente benéfico, como o Gyrotonic e o Kinesis.
BIODANZA
Criada pelo chileno Rolando Toro na década de 60, é uma terapia que utiliza movimentos orgânicos associados à música. Longe de ser somente uma atividade dançante, a Biodanza é um sistema terapêutico completo que parte do princípio que todas as necessidades do ser humano podem ser concentradas em cinco grupos ou Linhas de Vivência: Afetividade, Criatividade, Vitalidade, Sexualidade e Transcendência.
Para Rolando Toro, apesar de termos essas cinco dimensões, elas não se desenvolvem harmoniosamente com todo seu potencial:
· Podemos ter muita vitalidade, mas pouca criatividade, e vice-versa.
· Podemos ter um grande apetite sexual, mas nenhuma afetividade, e vice-versa.
· Podemos ser peritos no que fazemos, mas nos sentirmos desconectados do Universo.
· Podemos meditar com facilidade, mas termos dificuldade em expressar nosso amor por nosso parceiro ou por outro ser humano.
A proposta da Biodanza é estimular aquilo que nos falta na busca do equilíbrio, mas de uma maneira que não encontra paralelo em nenhum outro processo terapêutico.
Encontre mais informações sobre a Biodanza em www.biodanzario.com.br ou em meu site www.quiropraxis.com.br
CONCLUSÃO
A melhora do seu problema se dará por um conjunto de abordagens. Quando você é ajustado através da manipulação articular, estou restabelecendo o movimento articular. Quando trabalho nos tecidos moles (músculos, fáscias, tendões, ligamentos, tecido subcutâneo), estou mudando a natureza destes tecidos e de tudo que está conectado a eles. Quando eu oriento sobre como se mover, estou mudando seus hábitos neuromusculares. Quando peço para mudar seu estilo de vida, estou quebrando um padrão de comportamento que interfere com todos os aspectos de sua vida. E por aí vai.
ERGONOMIA DA ESTAÇÃO DE TRABALHO
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A. O terço superior do monitor deve estar no mesmo nível ou ligeiramente abaixo do nível dos olhos; a distância do operador deve ficar em torno de 50cm (Dica: normalmente é o comprimento do braço, do ombro até o punho)
B. Os punhos devem ser uma extensão natural dos antebraços, não angulados para cima ou para baixo. Não use apoio para o punho mole ou emborrachado. Nunca deixe o punho apoiado na borda (cunha) da mesa.
C. Ombros relaxados. Se possível, use uma cadeira com apoio para os braços.
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D. Ajuste o encosto da cadeira para acomodar a curva normal da coluna lombar. Se a cadeira não tiver ajuste próprio, use um apoio lombar.
E. O teclado deve estar no plano da mesa e não voltado para você. Ele deve ficar posicionado na altura dos cotovelos.
F. Coxas paralelas ao chão.
G. Assegure-se de que os joelhos estejam livres e não pressionados pela borda do assento.
H. A cadeira deve ter 5 apoios deslizantes.
I. Os pés devem descansar firmemente no chão; use um apoio para os pés se necessário.
J. O documento a ser digitado deve estar em linha com a frente do monitor. A altura e o ângulo devem ser ajustados para o conforto do usuário.
POSIÇÃO DE DIRIGIR

1. O apoio cervical deve ficar no nível do topo da cabeça, ou pelo menos à altura dos olhos.
2. Os braços não devem ficar esticados para alcançar o volante. Também não deve estar esticado para alcançar a alavanca de câmbio ou o rádio.
3. Mude a altura do volante para uma posição mais confortável .
4. O tecido do assento deve segurar o corpo nas curvas.
5. Ajuste o encosto para uma posição quase vertical. Isso leva a menos estresse na região lombar e reduz os efeitos da vibração.
6. Prefira assentos com apoio lombar, ou compre um apoio específico para dirigir.
7. Não deixe as pernas esticadas para alcançar os pedais. O ideal é um ângulo de 130°.
8. Faça pausas regulares em longas viagens. Faça a extensão da coluna sempre que sair do carro.
